segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

China impõe novos impostos para fortalecer luta contra poluição




Parlamento aprovou nova legislação para criar taxas específicas de proteção ambiental para a indústria pela primeira vez a partir de 2018.

O parlamento chinês aprovou neste domingo (25) uma nova legislação para criar taxas específicas de proteção ambiental para a indústria pela primeira vez a partir de 2018, como parte de um novo foco no briga contra os problemas causados pela poluição no país.


A irritação tem aumentado entre a população chinesa pelos repetidos fracassos do governo em controlar a poluição do ar, água e terra. Recentemente, enormes partes do norte da China têm passado os dias envoltas em perigosas névoas de poluição.

"Impostos são um importante meio econômico para promover a proteção do meio ambiente", afirmou em um comunicado o Ministério das Finanças chinês.

As novas taxas serão de 1,2 yuan por unidade de poluição atmosférica, 1,4 yuan por unidade de poluição aquática e 5 yuans por tonelada de perda de carvão e uma tonelada de "detritos perigosos". Os causadores de poluição sonora industrial também serão multados se excederam os limites legais.

Esta é a primeira vez que a China age especificamente para taxar riscos ambientais. A nova legislação pretende substituir um antigo sistema de multas consideradas muito baixas para realmente impedir qualquer dano ambiental.

"O propósito dessa política não é aumentar impostos, mas melhorar o sistema e encorajar as empresas a reduzir emissões - quanto mais eles poluírem, mais terão que pagar", disse o ministro do Meio Ambiente, Chen Jining, em declarações prévias.

Os detalhes da nova lei foram repetidamente discutidos e contestados pelo governo chinês e governos locais, o que gerou vários atrasos. Conflitos de interesse emergiram com outros departamentos temerosos de perder recursos gerados pelo sistema anterior de taxas. Além disso, pesquisadores queriam incluir o dióxido de carbono e outros gases que causam efeito estufa nos planos de controle, mas sem sucesso.


Via G1
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