sábado, 30 de janeiro de 2016

ESPECIAL: 9 motivos para sair correndo do Brasil enquanto ainda há tempo


Não, isso não é apologia à pratica de atividades esportivas na fronteira do Brasil, é uma análise transparente e apartidária que compila em forma de alerta o que todos parecem já saber em menor ou maior grau.

Afinal de contas o que faz com que tantos se cansem de um país tão privilegiado pelo clima, culinária, recursos naturais, paisagens inebriantes e um povo de energia tão especial?

(Imagem: Arte sobre reprodução Abordagemposilicial.com)

880.386 PESSOAS MORRERAM POR DISPARO DE ARMA DE FOGO ENTRE 1980 E 2012 NO PAÍS DO FUTEBOL. O EQUIVALENTE A 11 ESTÁDIOS DO MARACANÃ COMPLETAMENTE LOTADOS!

Em nenhum país morrem mais pessoas dessa forma do que no Brasil. Em 2012, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), foram 64.357 mortes. Para se ter uma ideia, os 12 maiores conflitos no globo entre 2004 e 2007 mataram juntos 170.000 seres humanos. No Brasil, entre 2008 e 2011, mais de 200.000 pessoas perderam a vida vítimas de assassinato. Desses crimes, quase 90% ficam sem punição.

Mesmo com tanta impunidade, ainda assim o Brasil possui uma das maiores populações carcerárias do mundo. Uma bomba-relógio pronta a explodir. Seja pelo custo financeiro ao país, seja pelo risco de violência e constantes violações dos Direitos Humanos.

Um balanço de todo o período coberto pela série histórica do Mapa da Violência revela que 880.386 pessoas morreram por disparo de arma de fogo entre 1980 e 2012 no país do futebol. O equivalente a 11 estádios do Maracanã completamente lotados!

A taxa de homicídios entre jovens (dados de 2010 – OMS e Census) é de 54,7 jovens por 100.000 habitantes. Não parece muito? No México, país conhecido pela violência, é de 28,1. Quase a metade. Na Rússia é de 8,8. Na vizinha Argentina, de 7,7. Em Israel 2,3. Na Itália 0,8.

(Imagem: Arte sobre reprodução financialdirector.co.uk)

No Brasil, quase sempre, os produtos e serviços são mais caros do que a média mundial.

Um exemplo dessa realidade é o famoso BigMac Index, índice criado pela conceituada revista The Economist, que compara o preço do mais famoso sanduíche do Mc Donalds ao redor do mundo: o último levantamento é de julho de 2015.

(Imagem: Reprodução The Economist)

Nele o Brasil aparece como o país mais caro de todo o Hemisfério Sul e o 8º mais caro do mundo, atrás apenas de países nórdicos, da Suíça, do Canadá, Inglaterra e Israel, onde os salários são no mínimo cinco a seis vezes superiores ao Brasil (os EUA não estão incluídos pois são o marco de referência).

Os absurdos são generalizados e estão presentes em produtos tão simples quanto um panetone (pão natalino), que no Brasil custa mais caro (R$25,12) do que exatamente o mesmo produto depois de importado e vendido no Japão (R$21,35), até sofisticados computadores apple (MacBook Pro de 15″ Retina, top de linha) que custam R$ 23.499, enquanto um carro novo (Fiat Palio Fire 2 portas) custa R$27.340.

(Imagem: Arte sobre reprodução mundohoje.com.br)

Veja a comparação em diversas capitais pelo mundo, em países mais e menos desenvolvidos. O poder de compra do salário mínimo brasileiro, apesar de estar no maior patamar dos últimos 50 anos, permanece baixíssimo.

Tomemos como exemplo o número de ordenados necessários para pagar o aluguel de um apartamento de 85m2 em área nobre de uma capital: fica fácil perceber a discrepância entre o Brasil e a maioria do resto do planeta.

Em Madrid, na Espanha, um trabalhador desembolsa 1,42 salários mínimos para pagar o aluguel de um apartamento desse gênero. Já o vizinhos argentinos, gastam cerca de 1,76 em Buenos Aires. No Brasil, na capital Brasília são necessários 6,59 salários mínimos, mais de 3x a média da amostragem – no Rio de Janeiro, por exemplo, a diferença seria ainda mais acentuada.

Veja outros exemplos em diversos continentes e realidades. A disparidade se mantém.


Fonte: Conexão Lusófona
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