"Só há duas opções nesta vida: se resignar ou se indignar. E eu não vou me resignar nunca".- DARCY RIBEIRO
sábado, 30 de abril de 2011
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A Educação como Prática de Liberdade
Neste momento em que impera entre nós a globalização neoliberal, a ideologia do pensamento único, do mercado acima da vida, deve se repensar e dialogar sobre estratégias e os desafios para uma educação popular e libertadora.
Ao abordar a questão: como vejo a educação como prática de liberdade, deve se primeiro pensar o ser humano em sua relação com o mundo, seus condicionamentos e desafios, implica a consciência de sua história e de como superar a desumanização. Neste caso, nos remete logo a figura do educador Paulo Freire. A percepção de Freire, sobre sua época, sua capacidade de apreender seu momento histórico de propor caminhos para uma pedagogia da libertação popular o fez um dos maiores intelectuais de nossa história.
A educação libertadora para Freire é fundamental na prática revolucionária, pois não se pode primeiro fazer a revolução para depois pensar a educação que queremos. A necessidade de uma pedagogia da libertação popular, afirma-se em nossos cotidianos porque em nossos corpos, mentes e em toda a prática social está a pedagogia do opressor. Esta pedagogia legitima sua prática domesticadora, negando o direto de ser mais do povo (FREIRE, 1991).
Esta educação libertadora que Freire defende é revolucionária porque radical, pois o desvelamento do mundo de opressão instaura-se pelo questionamento, pela dúvida. Esse processo pode ser construído na sua dialogicidade com e jamais para o povo (FREIRE, 1991). É na busca de todos que, em comunhão fazem à história da libertação.
A inserção crítica do povo na história, a sua emerção como sujeito histórico não é um explicar como agir e como é o mundo, mas fundamentalmente resultado do diálogo e da luta política com o povo e não para o povo, para a transformação deste mundo opressor.
Freire aborda que o homem deve dinamizar seu mundo, para ir dominando a realidade, para deixar de ser rebaixado a puro objeto, para atuar como construtor da sua história, assumindo cada vez mais funções de intelectuais (FREIRE, 2000 & Giroux 2001).
A educação como prática de liberdade torna-se a reflexão crítica e a ação, partes de um projeto social, tornando o político mais pedagógico, na tentativa de humanização da própria vida, sendo a educação como forma de libertar a sociedade da opressão.
Somente no compromisso autêntico e a compreensão crítica de sua condição de opressor é que temos as forças para construir uma outra pedagogia, uma outra sociedade. É nesta perspectiva de emancipação do sujeito, que a educação deve ser usada como prática de liberdade, afinal, ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho, os homens se libertam em comunhão. (FREIRE, 1991).
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/970/1/A-Educacao-Como-Pratica-De-Liberdade/pagina1.html#ixzz1L0rXCb4l
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sexta-feira, 29 de abril de 2011
“Fico muito gratificada por perceber que aqueles que produzem estão sendo valorizados. É um sinal de que estamos no caminho certo, o que me estimula a continuar trabalhando e contribuindo para a educação e a cultura baiana”
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Momento Documentário Alaíde do Feijão
A apresentação do documentário Alaíde do Feijão, no Sebrae-BA.
| Publicitário João Silva e Alaíde do Feijão |
| Kátia Silveira do Instituto Maria Preta |
| Edival Passos, Presidente do Sebrae-BA e Kátia Silveira |
| O Artista plástico Ed Ribeiro, Gorgônio Loureiro e ao fundo o Coordenado Turismo Étnico Afro da Bahiatursa Billy Arquimimo |
| Mestre Clarindo Silva - Cantina da Lua e João Jorge - Olodum |
| João Jorge - Olodum |
| Publicitário João Silva |
| Marcio Meirelles - Teatro Vila Velha - Bando de Teatro Olodum |
| Deputado Federal Luiz Alberto |
| João Jorge - Olodum |
| Lauro Ramos - Diretor de Operações do Sebrae-BA |
| Secretario da Reparação de Salvador- Ailton Ferreira |
| Vereador Moisés Rocha |
| Coordenado |
| Izabel Portela - Instituto Íris |
| Publicitário João Silva e Kátia |
| Publicitário João Silva |
| Publicitário João Silva |
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Projeto Paralelo 15
O projeto Paralelo 15, que, entre outros objetivos, se propõe a dar visibilidade à comunidade Afrodescendente da Bolívia, um universo social, econômico, cultural e humano pouco conhecido pelos próprios bolivianos, quanto mais pelos vizinhos latino-americanos.
Fazendo um paralelo Brasil-Bolívia, o projeto aportará também em outro ponto de resistência negra, o município mato-grossense de Vila Bela da Santíssima Trindade, que conserva incrível história de inspiração afro-brasileira.
Noticiar tais realidades, através de textos e fotos, é mostrar a complexidade cultural da América Latina.
Pelo respeito às minorias, para potencializar a voz de todos e todas, em favor da cultura de todos os povos, ajude-nos na divulgação desse projeto, de grande valor jornalístico e social. Muito obrigado!
Projeto Paralelo 15
http://projetoparaleloquinze.blogspot.com
www.twitter.com/paralelo_15
www.facebook.com/projetoparalelo15
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quinta-feira, 28 de abril de 2011
"Hoje eu me sinto
Como se ter ido fosse necessário para voltar
Tanto mais vivo
De vida mais vivida, dividida pra lá e pra cá " - Gilberto Gil
Como se ter ido fosse necessário para voltar
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Se escola fosse estádio e educação fosse Copa, por Jorge Portugal
![]() |
| Jorge Portugal |
Passei, nesses últimos dias, meu olhar pelo noticiário nacional e não dá outra: copa do mundo, construção de estádios, ampliação de aeroportos, modernização dos meios de transportes, um frenesi em torno do tema que domina mentes e corações de dez entre dez brasileiros.
Há semanas, o todo-poderoso do futebol mundial ousou desconfiar de nossa capacidade de entregar o “circo da copa” em tempo hábil para a realização do evento, e deve ter recebido pancada de todos os lados pois, imediatamente, retratou-se e até elogiou publicamente o ritmo das obras.
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Vídeo: Cidade Negra - Girassol
Antônio Bento da Silva Filho, conhecido como Toni Garrido, (Rio de Janeiro, 7 de setembro de 1967) é cantor, apresentador de tv e ator brasileiro. Natural de Belford Roxo (Rio de Janeiro). Filho de mãe negra e pai branco, descendente de índios, caçula de três irmãs. Sua mãe biológica, Teresa trabalhava de empregada doméstica na casa de Ofélia, mulher que vendo às dificuldades de sua família, acabou criando-o. Ofélia o matriculou numa escola onde deu a oportunidade de Toni estudar e correr atrás de seus sonhos.
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Vendedora de sorvetes e ex-moradora de rua passa na Ufba
Na prova da vida, Mona Lisa Nunes de Souza, 23, marcou a alternativa correta. Restava o vestibular e, também nesse caso, acertou em cheio. Aprovada na Universidade Federal da Bahia (Ufba), seu nome consta entre os 45 selecionados para cursar história. Seria apenas mais uma estudante de ensino superior se na sua linha do tempo tudo não tivesse conspirado para que sequer completasse o primeiro grau.
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| A fábrica de sorvetes no quarto do barraco e saindo para estudar História |
“Sentem-se aí”, convidou, ao receber o CORREIO na Igreja Batista Sinai, no Barbalho, onde fez um cursinho para alunos de baixa renda. Após puxar a cadeira e sentar-se, a mais nova estudante de História da Ufba começou contando a sua própria. Uma trajetória de tragédia e superação.
Atual vendedora de sorvetes no bairro do Santo Antônio, Mona conta que foi abandonada pela mãe quando criança. Entregue à avó numa cidade do interior, apanhava e era tratada como empregada doméstica. “Passava o dia lavando roupa e arrumando a casa. Me alimentava com restos de comida dela”.
Sempre teve o sonho de reencontrar a mãe. Mas, quando ela reapareceu de repente, descobriu que na verdade o pesadelo começaria ali. Aos 9 anos, foi trazida para a capital sem ter onde morar. Passou seis anos nas ruas. A essa altura, a mãe e as duas irmãs estavam viciadas em crack. “Nunca nem toquei nessas”.
Sobrevivia pedindo esmolas, fazia malocas de papelão para dormir e esperava o “carro da sopa” passar à noite. Pela manhã, tomava café na Ladeira de Santana, onde até hoje existe uma instituição de caridade que assiste moradores de rua. Quando tinha comida para cozinhar, usava fogareiros de álcool. Numa dessas, aos 14 anos, foi vítima de uma explosão.
Alma queimada
“Coloquei álcool e não vi que ainda tinha fogo aceso no fogareiro”. Mona ficou 30 dias internada no setor de queimados do Hospital Geral do Estado com 40% do corpo atingido com queimaduras de primeiro, segundo e terceiro graus. “Fiquei desfigurada. Minha mãe só foi me visitar uma vez”. Isso lhe queimou a alma.
Órgãos públicos até ajudaram a família, que em alguns anos foi agraciada com duas casas do governo. “Mas minha mãe vendia as casas e voltava para a rua”. Mona era a única a não se conformar. Por iniciativa própria, longe dos olhares da mãe, matriculava-se em escolas públicas.
“Minha mãe era analfabeta e não queria que eu estudasse. Sempre dizia: ‘Pra que estudo? Com a vida que você tem, você não precisa’. Mas eu me matriculava escondido”.
Perdeu alguns anos letivos por ausência. “Eu tinha que fazer serviços domésticos o dia inteiro. Senão apanhava. Apanhava muito”. Através de uma instituição pública, conseguiu emprego como ajudante de cozinha de um restaurante que só abria aos sábados e domingos. Ganhava R$ 15 por dia. Foi quando fugiu de casa para morar no emprego. Teve que largar a família para não abandonar os livros.
Teve outros dois empregos. Trabalhava das 6h às 19h e corria para escola. No Colégio Estadual Marques de Abrantes, no Santo Antônio, conheceu o esposo, Welson Pereira, 27, com quem se casou há quatro anos. Logo ele, que largou os estudos para ser sorveteiro. “Ele é meio preguiçoso para os estudos. Fica dando desculpa pra não voltar a estudar”.
Sustento Juntaram um dinheirinho, compraram freezer e máquina de fazer sorvete. Até outro dia, Mona passava a manhã e as tardes misturando ingredientes e essências para produzir o seu sustento. À noite, tentava garantir o seu futuro na sala de aula. “Às vezes fazia tudo ao mesmo tempo. Enquanto fazia o sorvete dava uma olhadinha nos livros”. Atravessou o segundo grau nos colégios Central e Icéia. Depois, entrou para o cursinho.
“Só chegava aqui esbaforida, essa menina”, lembra Riva Araujo, coordenadora do cursinho. O professor de História Marcelo Mascarenhas, o maior incentivador, diz que a realidade vivida pela aluna faz com que ela entre na universidade com uma maior capacidade crítica.
“É incrível. Para Mona, história é algo vivo. Através da disciplina, ela parece entender melhor as engrenagens sociais que a levaram a condição de pobreza e exclusão”, acredita o professor. Na nova fase, Mona tentou incluir as irmãs e a mãe. Mas descobriu que, ao colocá-las dentro da sua própria casa, estava sendo roubada. “Levavam minhas coisas para sustentar o vício”.
Sobrevivia pedindo esmolas, fazia malocas de papelão para dormir e esperava o “carro da sopa” passar à noite. Pela manhã, tomava café na Ladeira de Santana, onde até hoje existe uma instituição de caridade que assiste moradores de rua. Quando tinha comida para cozinhar, usava fogareiros de álcool. Numa dessas, aos 14 anos, foi vítima de uma explosão.
Alma queimada
“Coloquei álcool e não vi que ainda tinha fogo aceso no fogareiro”. Mona ficou 30 dias internada no setor de queimados do Hospital Geral do Estado com 40% do corpo atingido com queimaduras de primeiro, segundo e terceiro graus. “Fiquei desfigurada. Minha mãe só foi me visitar uma vez”. Isso lhe queimou a alma.
Órgãos públicos até ajudaram a família, que em alguns anos foi agraciada com duas casas do governo. “Mas minha mãe vendia as casas e voltava para a rua”. Mona era a única a não se conformar. Por iniciativa própria, longe dos olhares da mãe, matriculava-se em escolas públicas.
“Minha mãe era analfabeta e não queria que eu estudasse. Sempre dizia: ‘Pra que estudo? Com a vida que você tem, você não precisa’. Mas eu me matriculava escondido”.
Perdeu alguns anos letivos por ausência. “Eu tinha que fazer serviços domésticos o dia inteiro. Senão apanhava. Apanhava muito”. Através de uma instituição pública, conseguiu emprego como ajudante de cozinha de um restaurante que só abria aos sábados e domingos. Ganhava R$ 15 por dia. Foi quando fugiu de casa para morar no emprego. Teve que largar a família para não abandonar os livros.
Teve outros dois empregos. Trabalhava das 6h às 19h e corria para escola. No Colégio Estadual Marques de Abrantes, no Santo Antônio, conheceu o esposo, Welson Pereira, 27, com quem se casou há quatro anos. Logo ele, que largou os estudos para ser sorveteiro. “Ele é meio preguiçoso para os estudos. Fica dando desculpa pra não voltar a estudar”.
Sustento Juntaram um dinheirinho, compraram freezer e máquina de fazer sorvete. Até outro dia, Mona passava a manhã e as tardes misturando ingredientes e essências para produzir o seu sustento. À noite, tentava garantir o seu futuro na sala de aula. “Às vezes fazia tudo ao mesmo tempo. Enquanto fazia o sorvete dava uma olhadinha nos livros”. Atravessou o segundo grau nos colégios Central e Icéia. Depois, entrou para o cursinho.
“Só chegava aqui esbaforida, essa menina”, lembra Riva Araujo, coordenadora do cursinho. O professor de História Marcelo Mascarenhas, o maior incentivador, diz que a realidade vivida pela aluna faz com que ela entre na universidade com uma maior capacidade crítica.
“É incrível. Para Mona, história é algo vivo. Através da disciplina, ela parece entender melhor as engrenagens sociais que a levaram a condição de pobreza e exclusão”, acredita o professor. Na nova fase, Mona tentou incluir as irmãs e a mãe. Mas descobriu que, ao colocá-las dentro da sua própria casa, estava sendo roubada. “Levavam minhas coisas para sustentar o vício”.
Como não deu certo. Prefere nem ter notícias, mas elas chegam. “A última vez que soube das minhas irmãs, uma estava namorando um traficante. A outra continua se prostituindo”. A mãe, a maior mágoa, é a única a fazê-la chorar. “O mais duro é saber que ela não gostava de mim”.
A aprovação na Ufba ajuda a abrandar o passado triste. Estava entre os 191 inscritos no vestibular para História. Enfrentou cinco candidatos para cada vaga. Agora só espera o dia da matrícula e o início das aulas, marcado para o final de fevereiro.
A paixão pela disciplina que dá nome ao curso começou de repente. “Fico imaginando como aconteciam as coisas do passado. Me imagino na cena. Me revolto com as injustiças daquele tempo”, diz Mona. Curioso. Uma pessoa tão interessada no passado jamais abriu mão do futuro.
A aprovação na Ufba ajuda a abrandar o passado triste. Estava entre os 191 inscritos no vestibular para História. Enfrentou cinco candidatos para cada vaga. Agora só espera o dia da matrícula e o início das aulas, marcado para o final de fevereiro.
A paixão pela disciplina que dá nome ao curso começou de repente. “Fico imaginando como aconteciam as coisas do passado. Me imagino na cena. Me revolto com as injustiças daquele tempo”, diz Mona. Curioso. Uma pessoa tão interessada no passado jamais abriu mão do futuro.
Barraco abriga fábrica de sonhos
Tem de coco, creme com passas, abacaxi, umbu e muito mais. Mona Lisa e o marido Welson fabricam seus sonhos numa casa onde não chega carro, um barraco construído bem na encosta que divide o bairro do Santo Antônio e a Cidade Baixa. A residência, ainda de reboco, tinha dois quartos, mas um deles foi transformado em sorveteria.
O CORREIO foi recebido com sorvete de umbu para aliviar o calor escaldante. Por enquanto, o casal abastece quatro sorveteiros, além do próprio Welson, que também circula com o carrinho pelas ruas. Por dia, fabricam em média dez litros de sorvete.
“Dá pra manter nossa casa. Principalmente nessa época do Verão”. Os sorvetes são da fruta. “Mas alguns têm que colocar essência”, ensina. Agora, Mona vai ter que se desdobrar entre os afazeres de sorveteira e estudante de História. Só não dá pra misturar sorvete de coco, chocolate ou umbu com história do Brasil, geral ou contemporânea.
Tem de coco, creme com passas, abacaxi, umbu e muito mais. Mona Lisa e o marido Welson fabricam seus sonhos numa casa onde não chega carro, um barraco construído bem na encosta que divide o bairro do Santo Antônio e a Cidade Baixa. A residência, ainda de reboco, tinha dois quartos, mas um deles foi transformado em sorveteria.
O CORREIO foi recebido com sorvete de umbu para aliviar o calor escaldante. Por enquanto, o casal abastece quatro sorveteiros, além do próprio Welson, que também circula com o carrinho pelas ruas. Por dia, fabricam em média dez litros de sorvete.
“Dá pra manter nossa casa. Principalmente nessa época do Verão”. Os sorvetes são da fruta. “Mas alguns têm que colocar essência”, ensina. Agora, Mona vai ter que se desdobrar entre os afazeres de sorveteira e estudante de História. Só não dá pra misturar sorvete de coco, chocolate ou umbu com história do Brasil, geral ou contemporânea.
Cursinho tem professores voluntários
O cursinho em que Mona estudou pertence à Associação Sinai para Desenvolvimento do Cidadão (ASDC), da Igreja Batista Sinai. Destinado para alunos de baixa renda, todos os 11 professores são voluntários. “E extremamente dedicados”, diz a coordenadora Riva Araújo.
Mona não foi a única dos 120 alunos do curso a ser aprovada numa instituição de ensino federal. Mais 18 passaram no vestibular da Ufba e outros 15 conseguiram vagas no não menos concorrido Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (Ifba).
Parte dos alunos paga uma taxa simbólica entre R$ 40 e R$ 60. “Alguns não pagam nada. Os mais pobres a gente tem que dar o dinheiro do transporte”, diz Riva.
O cursinho em que Mona estudou pertence à Associação Sinai para Desenvolvimento do Cidadão (ASDC), da Igreja Batista Sinai. Destinado para alunos de baixa renda, todos os 11 professores são voluntários. “E extremamente dedicados”, diz a coordenadora Riva Araújo.
Mona não foi a única dos 120 alunos do curso a ser aprovada numa instituição de ensino federal. Mais 18 passaram no vestibular da Ufba e outros 15 conseguiram vagas no não menos concorrido Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (Ifba).
Parte dos alunos paga uma taxa simbólica entre R$ 40 e R$ 60. “Alguns não pagam nada. Os mais pobres a gente tem que dar o dinheiro do transporte”, diz Riva.
Outros cursos comunitários em Salvador
Em Salvador, há outros cursos para estudantes de baixa renda. Somente dois deles estão oferecendo 680 vagas, com mensalidades que variam de R$ 50 a R$ 90. São eles a Associação dos Ex-Alunos da Uneb (Unex) e a ONG Pierre Bordieu, ambas com inscrições abertas. A primeira tem matrícula até o dia 10 de fevereiro e início das aulas programado para 4 de abril. A segunda inscreve até o dia 11 desse mês e começa em 21 de março.
Em Salvador, há outros cursos para estudantes de baixa renda. Somente dois deles estão oferecendo 680 vagas, com mensalidades que variam de R$ 50 a R$ 90. São eles a Associação dos Ex-Alunos da Uneb (Unex) e a ONG Pierre Bordieu, ambas com inscrições abertas. A primeira tem matrícula até o dia 10 de fevereiro e início das aulas programado para 4 de abril. A segunda inscreve até o dia 11 desse mês e começa em 21 de março.
Por : Alexandre Lyrio
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8º Seminário Nacional de Religiões Afro Brasileiras e Saúde
Entre 29 de abril e 1º de maio será realizado o 8º Seminário Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde: Dialogando com as Políticas Públicas de Saúde, em Teresina (PI). O evento é promovido pela Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde e pretende afirmar relações sobre as práticas e os saberes dos terreiros com o setor da saúde nacional. O Seminário acontecerá no Rio Poty Hotel, na Avenida Marechal Castelo Branco, 555, Bairro de Ilhotas. Mais informações aqui: http://aspajapi.blogspot.com/. Dúvidas podem ser esclarecidas através dos números (86) 8802-3047 / 9966-7297 / 9436-2723 / 8838-7771 / 3216-2055, ou pelo e-mail seminariorede2011@gmail.com.
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quarta-feira, 27 de abril de 2011
"Se não estivermos dispostos a pagar um preço por nossos valores, se não estivermos dispostos a fazer alguns sacrifícios para realizá-los, então deveríamos nos perguntar se realmente acreditamos neles." Barack Obama
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Com a palavra o escritor do mês de abril recebe Mãe Stella de Oxóssi
A Fundação Casa de Jorge Amado recebe hoje, 27 de abril, às 17h, a ialorixá e escritora Mãe Stella de Oxóssi, no projeto Com a Palavra o Escritor. Em sua primeira edição de 2011, o projeto anual, que neste ano completa 17 anos, busca proporcionar um espaço de aproximação entre o público o trabalho da autora e sacerdotisa, estimulando o intercâmbio de ideias e experiências. [...]
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terça-feira, 26 de abril de 2011
Agência Maria Comunicação homenageia os 51 anos de Brasília
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Vídeo: BB King - How Blue Can You Get
Riley Ben King, mais conhecido como B. B. King, (16 de Setembro de 1925, Itta Bena, Mississippi) é um guitarrista de Blues e cantor estado-unidense. O "B. B." em seu nome significa Blues Boy, seu pseudônimo como moderador na rádio WDIA.
Começou por tocar, a troco de algumas moedas, na esquina da Igreja com a Second Street e chegou mesmo a tocar em quatro cidades diferentes aos sábados à noite. É um dos mais reconhecidos guitarristas de Blues da actualidade, sendo por vezes referido como o Rei do Blues. É bastante apreciado por seus solos, nos quais, ao contrário de muitos guitarristas, prefere usar poucas notas. Certa vez, B.B. King teria dito: "posso fazer uma nota valer por mil". Ocupa a terceira posição na lista dos 100 Maiores Guitarristas da Rolling Stone.
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MISCIGENAÇÃO - Professor Eduardo Viana
Sou branco,
sou índio, sou negro.
Mameluco, mulato,
cafuzo, confuso.
Perdido na mistura
que tanto me encanta.
M' entristeço ante ao preconceito,
cuja presença ainda me espanta,
deixa marcas por todo o lugar...
Sou mosaico,
aquarela, heterogêneo,
Sou mistura.
Filho dos filhos da nação brasileira
E de sua inigualável cultura.
Esperança de uma nova sociedade,
pautada no ser
e não no ter.
E nas diferenças, por Direito.
Uma real igualdade.
Eudardo Viana é professor, poeta e pai de família. Parceiro de trabalho da professora Dulce Maria, no Escolas Sustentáveis da UFOP.
| Eduardo Viana e sua família |
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segunda-feira, 25 de abril de 2011
"Como podem esperar que eu acredite que esta mesma discriminação racial que tem sido a causa de tanta injustiça e sofrimento através dos anos, agora operaria aqui para me dar uma chance leal e aberta?" Nelson Mandela
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Vídeo: Lázaro Ramos - Canto do Mundo
Lázaro foi revelado no Bando de Teatro Olodum (que integra o Teatro Vila Velha),[2] na cidade de Salvador, estado da Bahia, Brasil.
Desde 1994 participou de mais de 14 espetáculos, incluindo o sucesso de público e crítica a peça A máquina, de João Falcão, que estourou no eixo Rio-SP e o levou a trocar Salvador pelo Rio de Janeiro. Participou também das peças Mamãe não pode saber, novamente sob direção de João Falcão.
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Maria Comunicação: Pensar o Novo
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Pastas de direitos humanos, mulheres e negros sofrem com caixa minguado
O status de ministério ficou apenas no nome de quem ocupa o cargo. As secretarias especiais, criadas no governo Lula para garantir aplicação de recursos em áreas sensíveis, amargam desde 2003 a falta de dinheiro em caixa. Neste ano, as três pastas juntas — Direitos Humanos, Políticas para Mulheres e Igualdade Racial — terão R$ 431 milhões para gastar. O valor é 30% menor que o orçamento, por exemplo, do Ministério da Pesca, órgão com a menor destinação de recursos na lei orçamentária —- R$ 553 milhões — e que passou longe da disputa dos partidos por cargos. [...]
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domingo, 24 de abril de 2011
"A inteligencia e o carater é o objetivo da verdadeira educação."Martin Luther King
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sábado, 23 de abril de 2011
"Quem me deu o nome do meio, Hussein, obviamente não imaginava que um dia eu concorreria à Presidência." Barack Obama
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sexta-feira, 22 de abril de 2011
Video: Negros que fizeram a História do Brasil
Nos 511 anos do Brasil, uma homenagem aos negros que mostraram sua garra, e fazem parte da História do nosso Brasil.
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" Acredito que a comuncação é um instrumento transformador, que pode e deve ser tratadocom responsabilidadepelos publicitarios, empresários e gestores públicos." - João Silva
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A Face Negra do Brasil Multicultural - Dulce Maria Pereira
O Estado brasileiro, pela primeira vez na sua história, trata das desigualdades raciais como uma questão nacional específica, relevante, importante para a nação do ponto de vista social e econômico. Os conceitos de desenvolvimento, historicamente excludentes, pensados com referência na conjuntura e desconsiderando as desigualdades estruturais, estão sendo reformulados no Brasil para incluir os grupos humanos que têm sido, no processo histórico, imobilizados na parte inferior da pirâmide social. [...]
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quinta-feira, 21 de abril de 2011
"Quanto mais você estuda, mais você quer aprender, até que você chega a uma situação em que veja o que é mesmo a essência. Se você sabe o que é a essência, você sabe o que é a verdade." Mãe Stella de Oxóssi"
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ZUMBI E TIRADENTES
Temos dois heróis no Brasil: Zumbi dos Palmares e Tiradentes. Ambos representam os mesmos valores, os mesmos desejos, o mesmo sacrifício fundamental. São heróis não porque tenham vencido batalhas - ambos foram derrotados e punidos com a morte. Ambos saem do mais profundo do povo brasileiro, até mesmo na vulgaridade absoluta de seus nomes. Ambos têm uma biografia sem importância no cômputo geral da História.
Mais do que seres de carne e osso são símbolos de uma nacionalidade que se está formando e por cujos valores tiveram sacrificada a vida.
O que há de positivo nestes valores é que deve interessar-nos: o desejo absoluto de liberdade ao preço da própria vida - esta é a lição de Zumbi e do Tiradentes. Não são os detalhes do que ambos foram quando estavam vivos que dão sinal de sua importância. Como todos nós, devem ter tido suas "fraquezas": seus problemas amorosos e familiares, seus pequenos deslizes econômicos, as dívidas que deixaram de ser pagas, a palavra excessiva dita num momento de cólera - tudo é parte de sua humanidade.
O que os cinge de uma luz diferente e mais clara é o que representam para um povo que se está criando ainda, e que é também o melhor pedaço do que todos somos: o nosso desejo de afirmação, a nossa esperança de que num futuro que nos espera aí adiante vamos ser todos iguais e livres. Comemorar Zumbi dos Palmares (e Tiradentes) num país em que cada dia estes ideais parecem mais distantes pode parecer ato de gratuita futilidade ou frivolidade. Creio que não. O que é preciso é dar-lhes o valor real de seu símbolo, sem distorções que procurem apenas encobrir a realidade de seu sacrifício.
Como fazer isto? Talvez apenas pela lembrança de que o início de consciencialização que representam é um processo em continuidade. A liberdade política com que Tiradentes sonhava, amordaçada então pelo "quinto" que os colonos pagavam à Metrópole, ainda se encontra presa aos juros da dívida externa; a igualitária República de Palmares de Zumbi ainda é apenas sonho para os que vivem nas senzalas dos morros de favelas e dos cortiços da miséria de hoje.
______________________________
Pequena antologia de poetas afro-brasileiros em homenagem
ao Zumbi de Palmares, no tricentenário de sua morte.
Organizada por Heitor Martins.
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Video: Martinho da Vila e Simone: Ex Amor
Martinho da Vila: Filho de lavradores da Fazenda do Cedro Grande, veio para o Rio de Janeiro com apenas quatro anos. Quando se tornou conhecido, voltou a Duas Barras para ser homenageado pela prefeitura em uma festa, e descobriu que a fazenda onde havia nascido estava à venda. Não hesitou em comprá-la e hoje é o lugar que chama de "meu off-Rio".
Simone: Filha de Otto Gentil de Oliveira e Letícia Bittencourt de Oliveira, Simone nasceu prematura de oito meses no bairro de Brotas (Bahia) e sétima filha entre nove irmãos. Em 1966, mudou-se para São Caetano do Sul, cursou Educação Física em Santos, onde foi colega dos jogadores de futebol Pelé, Emerson e Leivinha, e deu aulas no bairro deSantana, na capital paulista. Jogadora profissional de basquete, chegou a ser convocada duas vezes para a Seleção Brasileira de Basquetebol, mas devido a duas entorses, foi cortada antes do embarque e na segunda, durante o campeonato mundial de 1971, ficou no banco de reservas.
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Momento Quitanda do Saber 2011
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Crateús discute Educação afro-brasileira e africana
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quarta-feira, 20 de abril de 2011
Para o bem da sociedade, o povo yorubá diz: “ola baba ni imú yan gbendeke”, mostrando que “é a honra do pai que permite ao filho caminhar com orgulho”. E eu digo: Todo pai é um mestre e todo filho é um discípulo!- Mãe Stella de Oxóssi
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Conselheiras do CMM tomam posse dia 26/04
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| Lélia Gonzales |
Em Salvador , várias mulheres se destacaram como exemplos de luta no combate ao preconceito de gênero e raça nas comunidades carentes. Uma delas foi Lélia Gozalez que foi fundadora (juntamente com outras/outros companheiras/os) do Movimento Negro Unificado (MNU); do Instituto de Pesquisas das Culturas Negras do Rio de Janeiro (IPCN-RJ)); do Nzinga Coletivo de Mulheres Negras; do Olodum (Salvador). Participou da primeira composição do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM), de 1985 a 1989.
Lélia fez inúmeras viagens pelo Brasil e ao exterior (EUA, países da África, da América Central, do Caribe e da Europa), buscando denunciar o mito da democracia racial brasileira e o regime de exceção em que o Brasil vivia. Sua meta era, enquanto intelectual e ativista, oferecer instrumentos práticos e teóricos de desmonte das opressões vividas pela maioria da população brasileira.
Uma Conselheira é uma Voluntária...
CONSELHO MUNICIPAL DA MULHER DE SALVADOR
Texto: Patrícia Bernardes
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Momentos Maria 15 Anos
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terça-feira, 19 de abril de 2011
"Africaner brother bound
Quanto tempo ainda mais
Já durou até demais
O que não devia ser jamais"
(Gilberto Gil)
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Video: Aretha Franklin - Chain of Fools
Aretha Louise Franklin (Memphis, 25 de março de 1942) é uma cantora norte-americana de gospel, R&B e soul que virou ícone da música negra. Nascida em Memphis, criada em Detroit, Michigan, tornou-se a primeira mulher a fazer parte do Hall da Fama do Rock and Roll em 3 de janeiro de 1987. Muitos chamam Aretha de "Rainha do Soul" ou "Dama do Soul".
Aretha Franklin canta com Mariah Carey - Chain of Fools
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Publicitário João Silva: Paranínfo Unifac - 2008
Assista ao discurso do paraninfo, o publicitário João Silva, aos alunos da Unifac/2008.
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Desembargadora Sim! Porque Não?
O Movimento Popular Pela Igualdade Étnica\Racial e Pela Representatividade - Não Fazemos Parte do Problema/Somos a Solução, convida esta entidade para construir uma Campanha que viabilize o empossamento definitivo da juiza Luislinda Valois como desembargadora do Estado da Bahia, devido a sua contribuição socio-politica para a população pobre, em especial a população negra. Estamos sugerindo o seguinte slogan:
DESEMBARGADORA SIM, PORQUE NÃO?
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segunda-feira, 18 de abril de 2011
Gilberto Gil - Three Little Birds
Gilberto Gil Three Little Birds
Gilberto Gil nasceu no bairro do Tororó, em Salvador, na Bahia. Seu pai, o médico José Gil Moreira e sua mãe Claudina, em busca de uma vida melhor, mudam do bairro pobre da capital baiana para o interior do Estado,[4] em Ituaçu, à época um lugarejo com cerca de oitocentos habitantes. Ali Gil passou os primeiros oito anos de vida.
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Maria Comunicação e Abrigo D.Pedro II
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| Campanha da Maria Comunicação em pró do Abrigo D. Pedro II. |
"A iniciativa da Maria em ajudar o Abrigo foi fundamental. Foi a partir dessa iniciativa que o abrigo teve visibilidade na mídia e assim as contribuições puderam chegar até nós".
(Ana Valéria Souza dos Santos - Ex gerente do Abrigo D. Pedro II).
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domingo, 17 de abril de 2011
sábado, 16 de abril de 2011
MAM-BA recebe visita de Escolas na 29ª Bienal de São Paulo - Obras Selecionadas (Salvador)
MAM-BA recebe visita de Escolas na 29ª Bienal de São Paulo - Obras Selecionadas (Salvador)
Aproximadamente 120 estudantes da capital baiana, visitaram nesta quinta-feira (14/04), a 29ª Bienal de São Paulo, em cartaz no Museu de Arte Moderna da Bahia. Apenas o Colégio Antônio Vieira trouxe 80 de seus alunos, que puderam apreciar as 54 obras que estão espalhadas pelos cinco ambientes disponíveis no MAM.
O Projeto Visitas Mediadas acontece pelo quinto ano seguido e tem como objetivo incentivar o gosto pela arte através de visitas mediadas pelo núcleo de Arte Educação do Museu. Os alunos são divididos em grupos de oito pessoas que, com o auxílio do mediador, percorrem as galerias da exposição sob orientação especializada.
O MAM reconhece sua responsabilidade junto ao público freqüentador e, a partir de ações sociais e educativas, pretende promover debates e discussões sobre assuntos de relevância cultural e artística e que muitas vezes não chegam à sala de aula.
O Projeto Visitas Mediadas acontece pelo quinto ano seguido e tem como objetivo incentivar o gosto pela arte através de visitas mediadas pelo núcleo de Arte Educação do Museu. Os alunos são divididos em grupos de oito pessoas que, com o auxílio do mediador, percorrem as galerias da exposição sob orientação especializada.
O MAM reconhece sua responsabilidade junto ao público freqüentador e, a partir de ações sociais e educativas, pretende promover debates e discussões sobre assuntos de relevância cultural e artística e que muitas vezes não chegam à sala de aula.
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"Aprendemos a voar como pássaros e a nadar como peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos" -Martin Luther King
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sexta-feira, 15 de abril de 2011
Daniel Munduruku: "Manter-se vivo é a maior contribuição que o índio pode dar ao Brasil."
Escrito por João Rocha
Foi por truque do acaso que ele nasceu na cidade.
Os pais viviam numa aldeia paraense. A mãe, grávida, viajou a Belém e o menino resolveu conhecer o mundo antes do esperado.
Foi também por conta da curiosidade que, aos 15 anos, Daniel Munduruku deixou para trás a aldeia, formou-se em Filosofia, especializou-se em História e Psicologia e tornou-se um dos primeiros índios doutores do Brasil. O confronto entre a tradição do povo munduruku e a vida na cidade ele transformou em histórias. E as histórias em instrumentos de diálogo.
“Como educador, percebi que éramos dois povos assustados um com o outro. Era preciso aprender com as diferenças.
” Com 40 livros publicados – voltados sobretudo para as crianças –, Daniel acredita que, apesar dos avanços, ainda há muito a fazer para que os povos indígenas sejam realmente reconhecidos dentro da pluralidade cultural brasileira.
Questionado qual seria a principal contribuição do índio para a cultura brasileira, ele não vacilou:
“Manter-se vivo. Se resistirem, esses povos garantirão uma riqueza cultural, espiritual e moral que só bem faz ao Brasil.” [...]
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Ilê Aiyê lança tema para o Carnaval 2012
O bloco afro Ilê Aiyê divulga oficialmente o tema para o seu próximo carnaval: Negros do Sul – Lá também tem. A idéia do bloco é chamar a atenção para a presença da cultura negra nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, onde, apesar da dominante influência estrangeira, é também expressivo o número de afrodescendentes.O novo tema já começa a ser trabalhado internamente na instituição, motivando pesquisa e planejamento do desfile em 2012. Além disso, o presidente do bloco, Antonio Carlos “Vovô”, viajou nesta quarta-feira, dia 13 de abril, para Brasília a fim de iniciar os contatos com parlamentares da Bahia e dos estados do Sul com a finalidade de obter apoio para o desfile do “pérola negra”.
O Ilê e seus temas
Ao longo de seus 37 anos de Carnaval, o Ilê Aiyê levou para a avenida diversos temas relacionados com a história e a cultura de inúmeros países africanos, além de homenagear também as organizações de resistência negra no Brasil e na diáspora. No Carnaval de 2010, o bloco homenageou Pernambuco, estado que abriga inúmeras manifestações culturais ligadas ao universo afro.Já no ano passado, todas as atenções se voltaram para Minas Gerais, onde também é grande a presença da cultura negra.
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