segunda-feira, 6 de julho de 2015

Prêmio L’Oréal/UNESCO/ABC para Mulheres na Ciência tem grande número de inscrições em 2015



A cada ano, sete mulheres são premiadas pela qualidade e pelo potencial de suas pesquisas com uma bolsa-auxílio de 20 mil dólares (convertidos em reais), para cada uma. Cientistas de todo o Brasil inscrevem seus trabalhos nas quatro áreas de pesquisa.

Justiça militar condena cidadãos no Rio sem direito de defesa

Estudo feito pelo DIA e ONG Justiça Global localizou 64 processos envolvendo civis acusados por desacato, desobediência e resistência

Passava das 8h quando o mototaxista Anderson de Oliveira, de 36 anos, saiu de casa para trabalhar. A manhã do dia 23 de abril de 2014 começava como tantas outras, mas a tensão pela ocupação recente do Exército na comunidade estava no ar. Oliveira recebeu do grupo de militares, na Vila dos Pinheiros, a ordem de parar. Era para ser uma das quatro ou cinco revistas diárias que, segundo ele, enfrentava. Não foi. O mototaxista diz que estacionou um pouco à frente do local onde estava um cabo. “Não mandei você parar, filho da p…?”, gritou o soldado. O mototaxista retrucou: “Filho da p… é mãe! Me respeita que eu te respeito.” O cabo deu um soco no rosto de Oliveira e um chute na perna.

A discussão aumentou e o mototaxista foi preso pelos militares acusado de desacato. Passados 30 anos do fim da ditadura militar, Anderson de Oliveira integra um grupo de cidadãos que respondem a ações por desacato, desobediência e resistência em auditorias militares. Um levantamento feito pelo DIA e a ONG Justiça Global localizou 64 processos envolvendo civis acusados por esses crimes na Justiça Militar no Rio. Nesses tribunais as pessoas são julgadas, em sua maioria, por oficiais das Forças Armadas. A primeira instância civil é o Supremo Tribunal Federal.
 

Designer cria projeto impactante refletindo sobre como seria se Jesus voltasse nos dias de hoje



Uma pergunta (e um projeto) inquietante, surgiu: e se Jesus retornasse à Terra nos dias de hoje? Como ele seria recebido?

Empresário lança cerveja do Cumpadi Washington


São Paulo - A internet tem algumas características bem peculiares. Uma delas é ressuscitar figuras icônicas e controversas que andam num certo ostracismo midiático.

Teresa Cristina Canta Candeia - Ao Vivo


Show completo: "Teresa Cristina Canta Candeia", realizado no Theatro Net Rio, em Copacabana.

Personagens negros na arte de Marcial Ávila


Padroeira da Negrura
Graduado em Artes Plásticas pela Universidade Estadual de Minas Gerais – UEMG / Escola Guignard. Especialista em Escultura, Desenho e Contemporaneidade da Arte. Pós graduado em Estudos Africanos e Afro-Brasileiros pela PUC Minas. Poeta, cenógrafo, figurinista e ilustrador com participação em mais de cento e setenta obras, desenhista de estamparia há mais de 20 anos. Já expôs em várias galerias da capital e também em outras cidades do país. É um dos artistas de maior destaque no cenário das artes representativas da cultura negra de Minas Gerais. As obras podem ser vistas na Casa da Chica, como acervo permanente do IPHAN.

Somos todos Maju?

 
O que as hahstags #somostodos… mobilizam? O advento das mídias sociais trouxe consigo uma nova forma de demonstrar empatia, que de tempos em tempos se repete! No Brasil, que eu me lembre: a primeira estratégia de criar vínculo por meio do que eu chamo marcadores de identidade foi a inclusão no nome nos perfis do termo Guarani Kaiowá. Depois se seguiram: #SomostodosTinga, #SomostodosCláudia, #SomostodosAmarildo, #SomostodasVerônica, #Somostodosprofessores! Também tivemos o #Somostodosmacacos em referência ao caso de racismo envolvendo o jogador do Barcelona Daniel Álves. A estratégia também foi adotada em nível planetário com #JesuisCharlie e o seu contrário #jenesuispascharlie, reações ao assassinato dos chargistas do semanário de humor francês Charlie Habdo e o #Wecanbreathe em apoio a Eric Garner, que foi morto pela polícia estadunidense depois de ser preso por vender cigarros ilegalmente.

domingo, 5 de julho de 2015

Matemático Artur Avila calcula o número de pedras das ruas de Paraty

Se o chão de Paraty falasse, encarnaria o homenageado da Flip deste ano e diria, como Mário de Andrade em seu célebre poema: "Eu sou trezentos". No caso, 300 mil –300 mil pedras fazendo tropeçar escritores do mundo inteiro desde 2003.

O cálculo é do matemático brasileiro Artur Avila, vencedor da honraria internacional mais respeitada em sua área e convidado que fala neste sábado (4).



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