terça-feira, 30 de setembro de 2014

Artista plástico mineiro expõe 'Matuto.Matreiro?' em Salvador



Oito telas compõem a nova série de pinturas 'Muito Pelo Contrário', de Fábio Barolli; mostra segue em cartaz até 23 de outubro



Até dia 23 de outubro, o artista plástico mineiro Fábio Barolli segue em cartaz com a exposição 'Matuto.Matreiro?', na Galeria Luiz Fernando Landeiro - Arte Contemporânea (Rio Vermelho). Oito telas compõem a nova série de pinturas 'Muito Pelo Contrário', das quais quatro são em grandes dimensões. 

Gal canta Cartola - Cordas de Aço


Cordas de Aço
Cartola

Ah, essas cordas de aço
Este minúsculo braço
Do violão que os dedos meus acariciam
Ah, este bojo perfeito
Que trago junto ao meu peito
Só você violão

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Desigualdade no Brasil é maior do que mostra a Pnad, diz estudo

Estudo: ao cruzar dados da Pnad 
com os do Fisco, pesquisadores constatam 
que desigualdade não caiu 
(Wilson Dias/ABr/VEJA)
Levantamento de estudiosos do Ipea e da UnB constata que não só o abismo entre pobres e ricos não está caindo, como também é maior do que se imaginava

Ana Clara Costa

Um estudo publicado há poucos dias num site de pesquisa científica deve acirrar o debate em torno do tema desigualdade. Intitulado A estabilidade da desigualdade de renda no Brasil, 2006 a 2012, o documento aponta que não só a desigualdade se manteve estável nos últimos anos, como também é mais alta do que aponta a Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad), apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Reparação Já!

Bancos do país financiaram, segundo pesquisas, o tráfico de pelo menos 175 mil escravos africanos


Jamil Chade - O Estado de São Paulo

Durante 300 anos, entre 9 e 14 milhões de africanos foram feitos escravos e cruzaram o Atlântico para servir a uma economia com base na exploração das Américas. Nas centenas de milhares de expedições que faziam a rota do tráfico negreiro, aqueles africanos não eram “nem livres para morrer”, como diria Castro Alves. Mas se por décadas essa atividade sustentou um sistema de produção, quem é que financiava o comércio de seres humanos? Quem é que lucrou e enriqueceu? 

Série de fotos mostram mulheres de coragem diante do machismo das sociedades

Essas mulheres e meninas mostram coragem diante de uma sociedade machista

Por Carol Rodrigues

Mark Tuschman documenta alguns dos aspectos mais sombrios da vida, mas está sempre procurando por raios de luz e esperança. Por mais de uma década, ele tem viajado na atribuição das ONGs com o objetivo de fotografar “a falta de autonomia que milhões de mulheres têm sobre suas próprias vidas e corpos nos países em desenvolvimento.”

Suposto affair de Pattinson vira alvo de racismo

A cantora FKA twigs (cujo verdadeiro nome é Tahliah Debrett Barnett) está sendo alvo de racismo na web desde que boatos sobre um suposto relacionamento com Robert Pattinson vieram à tona.

Em sua página do Twitter, a artista, que é filha de jamaicano, protestou: “Estou chocada e com nojo da quantidade de comentários racistas que estão aparecendo em minha página na última semana”.

“Racismo é inaceitável na vida real e é inaceitável na internet”, continuou.

MARINA DIZ QUE DILMA TEM RESPONSABILIDADE POLÍTICA NO CASO MARINA DISSE QUE DILMA TEM “RESPONSABILIDADE POLÍTICA” SOBRE A CORRUPÇÃO

MARINA DIZ QUE DILMA TEM RESPONSABILIDADE POLÍTICA NO CASO

MARINA DISSE QUE DILMA TEM “RESPONSABILIDADE POLÍTICA” SOBRE A CORRUPÇÃO
Dilma tem responsabilidade política, diz Marina
São Paulo - A candidata do PSB à presidência da República, Marina Silva, disse neste sábado que a presidente Dilma Rousseff “tem responsabilidade política” com os fatos envolvendo suspeitas de corrupção dentro da Petrobras. Ela citou que Dilma está no governo há 12 anos e, inclusive, foi ministra de Minas e Energia, pasta à qual a estatal está subordinada. “Não posso dizer e espero que ela não tenha responsabilidade direta” sobre tais fatos relativos à companhia. A candidata fez os comentários em entrevista coletiva em São Paulo.

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Dalva Sele afirma que vai apresentar provas ao MP-BA em entrevista à Veja; ouça os áudios

De Barcelona, Dalva Sele Paiva afirma que já está colaborando com o Ministério Público. “Estou inteiramente à disposição das autoridades brasileiras para mostrar as provas que tenho”, diz

Dalva Sele, o então secretário de Desenvolvimento Urbano da Bahia, Afonso Florence, e a deputada estadual Maria Del Carmen durante cerimônia para lançar um conjunto habitacional destinado a famílias carentes, em 2007 (VEJA)
A presidente do Instituto Brasil, Dalva Sele Paiva, disse que já começou a colaborar com as investigações do Ministério Público para apontar os políticos, dirigentes e militantes petistas que receberam verbas desviadas de programas sociais na Bahia. De Barcelona, onde está escondida, ela fez contato com a promotora Rita Tourinho e se comprometeu a entregar todos os documentos que possui para provar o envolvimento de petistas no escândalo. “Se eu for nominar aqui as campanhas de vereadores, deputados e prefeitos do partido que eu colaborei, é uma lista enorme, imensa, mas tudo isso vou dizer ao Ministério Público no momento certo. Estou inteiramente à disposição das autoridades brasileiras para mostrar as provas que tenho”, diz Dalva Sele.

‘Aprendi a apreciar os sons baianos e sou influenciada por eles’, diz Ellen Oléria

por Thuanne Silva

Ellen Oléria volta a Salvador, desta vez, para apresentar o show do álbum lançado após vencer a primeira edição do The Voice Brasil. Em entrevista ao Bahia Notícias, Ellen contou sobre sua relação com a Bahia e os artistas baianos, shows internacionais, planos futuros para a carreira, participação no The Voice e também sobre a apresentação na sede do Ilê Aiyê, no encerramento da Semana da Mãe Preta, que acontece neste sábado (27) em Salvador. Confira!

PT pediu dinheiro de esquema da Petrobras para financiar campanha de 2010, diz revista

Ex-diretor teria citado 'pedido' em 
depoimento à PF | Foto: Divulgação
O ex-ministro Antonio Palocci teria pedido R$ 2 milhões para o ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, para financiar a campanha de Dilma Rousseff à Presidência em 2010. Segundo a edição da revista Veja deste fim de semana, Paulo Roberto informou em depoimentos dados à Polícia Federal que o dinheiro viria da “cota do PP”. O ex-diretor, contudo, não deu certeza se o pedido foi atendido ou não e disse que Palocci, à época coordenador da campanha petista, não voltou a procurá-lo. Ainda de acordo com a publicação, o doleiro Alberto Yousseff poderia dar mais informações sobre o episódio pois teria sido convidado pelo antigo executivo da estatal a providenciar “ajuda”. O suposto esquema de corrupção ligado à diretoria de Abastecimento da Petrobras teria arrecadado propinas de até 3% do valor dos contratos assinados por grandes empresas com a empresa. À Veja, o ex-ministro afirmou que “conhece Paulo Roberto Costa, mas 'em momento algum fez a ele pedido de qualquer natureza'". Ele nega, ainda, que tenha se encontrado com o ex-diretor em 2010 e diz que não era responsável pelo caixa da campanha. Em nota, a presidente Dilma Rousseff afirmou que o tesoureiro na última campanha era o deputado federal licenciado José de Filippi e que "todas as doações eleitorais recebidas pela campanha foram relacionadas na prestação de contas dirigida ao TSE".

Marisa Monte e Novos Baianos - A menina dança


A Menina Dança

Quando eu cheguei tudo, tudo
Tudo estava virado
Apenas viro me viro
Mas eu mesma viro os olhinhos

Conselheiro do TCE indica 'fortíssimos indícios de crime' na compra dos ferries; Seinfra nega

Pedro Lino disse que documentos
sugerem 'indícios de crime' | Foto: Re
por Fernando Duarte

A licitação para adquirir os dois novos ferries tem “fortíssimos indícios de crime”, segundo o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Pedro Lino. A Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinfra), responsável pela licitação, negou qualquer irregularidade. Relator da denúncia formalizada em novembro por Marcos Espinheira, representante das empresas gregas que desistiram de participar do processo licitatório, Lino afirmou ter identificado, mediante documentos apresentados, “fortes indícios de crime, de fraude à licitação”. “Encaminhei uma correspondência para os dois Ministérios Públicos (Federal e Estadual) dizendo que via na documentação juntada fortes indícios de crime, de fraude à licitação, sugerindo que agilizassem para tentar barrar o pagamento restante”, indicou o conselheiro do TCE. Segundo ele, o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público Estadual (MPE) receberam as correspondências na quinta (25) e sexta-feira (26). “Acho que a fraude envolve comércio internacional, então eu não sei qual dos dois ministérios públicos devem apreciar”, ponderou Lino.

“C# de bêbado tem dono sim”

Estudante de Direito apresenta TCC com o tema: “C# de bêbado tem dono sim”

A universitária Thays Gonçalves, de 19 anos, apresentou uma monografia no IV Congresso Jurídico-Científico da Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, em São Paulo, com um título um tanto quanto inusitado: “Cu de bêbado tem dono sim”. A intenção era causar um choque inicial para chamar atenção sobre o tema, descrito no subtítulo “estupro de vulnerável em caso de embriaguez feminina”. Aluna do 6º período, Thays alcançou seu objetivo ao apresentar o trabalho nesta quinta-feira (31) durante a XIII Semana Jurídica da instituição.

- A primeira reação foi de susto, mas depois, quando falei do tema e do crime, as pessoas entenderam por quê. A apresentação foi bem tranquila, fui muito bem recebida pela sala. O título fez exatamente o que eu queria: chamar atenção para o tema. No final, todos aplaudiram e vieram me parabenizar pessoalmente - comemora Thays.

No trabalho, a universitária se baseou no artigo 217-A do Código Penal: ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 (catorze) anos. O parágrafo primeiro descreve que “incorre na mesma pena quem pratica as ações descritas no caput com alguém que, por enfermidade ou deficiência mental, não tem o necessário discernimento para a prática do ato, ou que, por qualquer outra causa, não pode oferecer resistência”. Para ilustrar o tema, Thays se baseou em estudos de casos:

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