segunda-feira, 30 de março de 2015

Estudante é assaltado e agredido em crime de homofobia e racismo no Rio

Horas após um “beijaço” contra a homofobia no Rio, um jovem foi agredido na madrugada deste sábado (28) quando voltava de uma festa, na Pavuna, Subúrbio, em mais um crime de preconceito. As informações são do RJTV.

Ruan, de 25 anos, caminhava para casa quando criminosos o assaltaram e saíram. Segundo depois, voltaram e iniciaram socos e pontapés, acompanhados de insultos racistas e homofóbicos.

Onde está a saída?

Levei a pergunta para uma dezena de políticos experimentados


Tirei terno e gravata do armário e fui a Brasília. Onde está a saída para a crise? Levei a pergunta para uma dezena de políticos experimentados. Nenhum deles apontou a saída imediata. É um cuidado razoável. O máximo que se consegue é apontar variáveis que possam definir os rumo da crise. Comportamento do governo, ajuste econômico, curso da Operação Lava-Jato são as mais citadas.

'Governo pune trabalhador mas não cuida da corrupção'

Senador gaúcho afirma que a população foi 'enganada" e ameaça deixar o PT se o Congresso aprovar as propostas para mudar benefícios trabalhistas

Por: Laryssa Borges, de Brasília

Paulo Paim(Agência Senado/VEJA)
Petista histórico, o ex-deputado constituinte e senador Paulo Paim (RS) está prestes a deixar o partido a que se filiou há 30 anos. Ele intergra a lista de pelo menos 16 senadores que apresentaram recentemente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) consultas sobre regras de migração partidária. Mas, ao contrário das motivações político-eleitorais que regem os interesses, por exemplo, da senadora Marta Suplicy (PT), que pretende disputar a prefeitura de São Paulo, Paim admite se filiar ao PMDB, PDT ou PSB e até mesmo fundar uma nova sigla se o governo insistir em aprovar, no Congresso Nacional, medidas que endurecem as regras para concessão de benefícios trabalhistas - como seguro-desemprego, pensão por morte e seguro-defeso. Para o senador, a população se sente "enganada" pelo governo, que nas eleições de outubro prometera manter intactas as conquistas previstas em lei. "Em vez de aumentar a fiscalização contra a corrupção, o trabalhador é mais uma vez chamado para pagar a conta", diz. 

domingo, 29 de março de 2015

Visitantes ficam nus em exposição de arte no Canadá

Nome da mostra era justamente 'Ficar nu'.
Exposição aconteceu em museu da província de Ontário.

Várias pessoas participaram nus de uma visitação a uma nova exposição no museu de Kitchener, na província de Ontário, no Canadá. O nome da mostra era justamente "Ficar nu", ou seja, os visitantes deveriam tirar a roupa enquanto viam as obras.

Sem roupa, casal observa obra de exposição no Canadá (Foto: Aaron Harris/Reuters)

CONTRA A CRACOLÂNDIA MENTAL

Entra em cena, hoje, a GAZETA DOS BÚZIOS, criação coletiva de escritores, artistas, jornalistas, cientistas e intelectuais baianos, na tentativa de agitar o horizonte e ir além do maniqueísmo e da mesmice reinantes, para reacender entre nós a paixão do pensar e do fazer.
Sabemos que não vai ser fácil. A Bahia atravessa hoje dias de mormaço mental. De uma parte, aparece como vasto reino da redundância. De outra, converteu-se num deserto de ideias e discussões. Em todos os campos do pensar e do fazer. Como se não bastasse, caímos num supérfluo preservacionismo de bijuteria, enquanto a nossa memória mais profunda se dissolve e se desintegra a olhos vistos.

Pode piorar!

Dilma faz opção por se distanciar ainda mais da população e escolhe para a comunicação social quadro do PT que tacha a voz das ruas de golpista, que faz o elogio indireto do bolivarianismo e que é citado em manuscrito de empreiteiro em situação nada confortável 

Era ruim? Vai ficar pior. A suspeita que aqui se levantou de que Thomas Traumann, secretário de Comunicação Social, caíra por maus motivos se cumpriu. Os tais blogs sujos estão soltando rojões. Ouve-se daqui o espocar do champanhe. Os petistas fazem o Baile da Ilha Fiscal. A presidente Dilma Rousseff nomeou para o lugar de Traumann ninguém menos do que Edinho Silva. O homem já foi prefeito de Araraquara duas vezes, deputado estadual e presidente do PT no Estado de São Paulo. Na campanha de 2014, foi o coordenador financeiro da campanha de Dilma. Coordenador financeiro é o nome que se dá para o “tesoureiro”.

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